quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Aviso!
Sei que ando meio sumida, mas passei apenas para avisar que retirei das configurações a permissão para que comentários anônimos sejam feitos! Mas em consequência muita gente não poderá comentar também!
Espero que entendam, mas um anônimo apareceu por aqui... Faz bons comentários, mas não se identifica... Não gosto muito disso! Por isso essa decisão!
Talvez se o tal "anônimo"resolver dar as caras e mostar quem é de verdade eu retorne as configurações originais...
Não me levem a mal, mas comigo pau é pau, pedra é pedra... e além de tudo eu não tiro pedaço de ninguém!
Comentários e críticas continuam sendo bem vindos, mas cada um com a devida 'carinha' do leitor!
espero que entendam...
beijos e xeros!
Em breve novo post!
;)
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Palavras apenas, palavras pequenas, palavras... (Palavras ao vento – Cássia Eller)
A imperfeição do ser humano muitas vezes é perfeita, pois só nós conseguimos fazer dos sentimentos e momentos vividos boas lembranças, música ou palavras...
O que seria de nós se não pudéssemos ter uma “válvula de escape” para resistir ou sobreviver a todos os momentos, os conflitos e sentimentos que temos durante toda a nossa vida.

Eu descobri meu “abrigo” nas palavras... Letra por letra eu fiz das palavras meu diário. E tudo começou pelo encantamento infantil de uma lua cheia num lugar escuro... Aquele brilho, aquela luz despertou naquela menina um desejo de exprimir o que viu... Acabou em palavras...
E as palavras cresceram como aquela menina. E, além disso, escreveram toda a sua história... Decepções, desejos, medos... Tudo transformado em palavras ora fáceis, ora difíceis, mas sempre com uma beleza ou uma nova idéia.Sempre se modificando, se aprimorando como aquela menina...
Os textos se transformaram como ela, mas ainda existem momentos em que o que mais queria era escrever tudo que sente, mas a idade adulta traz mais interrogações e mais cautela. Escrever ao pé da letra tudo que sente às vezes pode significar uma recusa, uma taxação... Pode-se até explicar o porquê que determinado texto foi escrito, mas que escritor gosta de ter que explicar o que escreve?
Hoje falo de palavras porque muitas, em todos os setores da minha vida, pedem para serem escritas, faladas, ditadas... Elas querem ganhar vida, expressão... Mas ainda precisam ficar caladas, imunes, isoladas...
Se eu pudesse definir tal momento sem muitas avarias, eu resumiria que eu posso controlar as minhas palavras, mas não posso controlar meus sentimentos. E quando eu escrevo não são apenas as palavras que se seguem em uma concordância, é meu coração que pede espaço para ser visto, para ser sentido. É meu eu que muitas vezes pede socorro, pede auxilio, pede um abraço ou talvez apenas um sorriso.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
“Talvez bastava respirar... Somente respirar um pouco...” - Invece No - Laura Pausini
Sem perceber eu estava envolvida, mas não sabia dizer se ele me queria da mesma forma ou era uma simples amizade que eu insistia em colorir. E o medo e os traumas de outros
relacionamentos me faziam ser racional e não arriscar... E assim continuavam as conversas, os abraços e nada mais.Eu podia sentir em todos os cantos o cheiro da sua pele, do seu perfume. Bastava pensar, para te ver em minha mente, nunca precisei me esforçar! Seus olhos, seu riso... Tudo me fazia bem, tudo me acalmava. Ele já havia impregnado meus pensamentos, a minha casa, a minha vida.
E no compasso descompassado dos dias continuávamos silenciosos. Não queria arriscar perder aquele homem com um convite ou uma tentativa de aproximação maior e dessa forma nem mesmo seu sorriso ver ou nem sentir seu abraço.
Os cafés me faziam desejar sua companhia doce, suave. As caminhadas no parque me faziam imaginar você ali comigo, me fazendo rir de pequenas bobagens ou então ouvindo minhas filosofias. O sorvete no fim de uma tarde qualquer me fazia querer desvendar os mistérios daquele homem encantado.
Ou melhor, eu queria que ele se mostrasse da forma mais simples possível pra mim, em momentos singelos, talvez sem grande pompa ou talvez de uma forma boba porque não?!. Um toque de simplicidade basta para nossas almas. Como a chuva que desliza sobre as pétalas de uma rosa. Como um entardecer numa tarde de verão.
(Cíntia Synderski)
* Dedicado a duas pessoas que me deram idéias diversas sobre a frase... Um beijo especial à vocês!
sábado, 24 de outubro de 2009
O que eu não devo esquecer
Seja você mesmo em qualquer lugar. Eu aceitei que sou caipira e desastrada e sou feliz por isso! =D
não pára.”
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Nada encantado, porém de verdade!
Descobri que o cara ideal não tem um perfil físico, intelectual ou até social que o define para ser perfeito, mas descobri que você sabe que aquele é o cara ideal quando ele te surpreende. Isso mesmo ele te surpreende. Te deixa recados, te faz ficar boba com elogios, te liga e tudo isso sem que você espere.
São pessoas que se doam sem esperar receber. Se eles precisarem de atenção, eles saberão pedir de um modo que você vai se surpreender e nem vai conseguir pensar. Eles dão carinho, atenção, amor sem esperar que você faça o mesmo. Dão esperança, sorrisos e arrepios. E tudo sempre te surpreendendo.
Hoje entendi que não devo procurar um modelo de cara perfeito que criei na minha cabeça devido as histórias de princesas que ouvi quando criança. Sei que ele nunca vai ser do jeito que imaginei, não vai ter olhos azuis e muito menos vai bater na porta da minha casa, com um buque de flores nas mãos, montado num cavalo branco.
Ele vai aparecer naquela correria do dia a dia, naquela conversa de bar, quem sabe naquela ‘fuçada’ de Orkut. Não importa como, mas ele vai aparecer e o principal: vai te surpreender.
Quando isso acontecer, comece um relacionamento, rolo ou caso, (não importa) de pés no chão e você vai ver como lentamente, a partir do momento em que ele te surpreende a todo instante, você perde o chão e parece voar.
Vai ser um sentimento único. Você vai se sentir especial, querida e amada. Vai se sentir mais sexy, mais magra, mais bem humorada. E não importa se isso durar horas, dias, semanas, meses ou anos... Se um dia um homem te surpreender envolva-se, entregue-se... pois essa pode ser uma oportunidade única de se sentir plena.

Obs: Esse texto foi escrito faz um tempo, mas decidi postá-lo agora... Beijos pra vocês meus leitores! =)
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Pára o mundo! Eu quero explicações!
Mais uma madrugada e a inspiração vem! Justamente quando ela não deveria! Embalada, cercada e amarrada por muito trabalho logo surgem indagações, perguntas, pensamentos e eu, um mero instrumento e uma pobre trabalhadora, não resisto e me entrego a escrever e ficar em plena madrugada incomodando o sono alheio com o barulho do teclado!
Situações como essa me fazem contrariar mais uma famosa frase (acho que estou começando a gostar disso)...Sim eu quero explicações! Na verdade, acho que a vida da gente, as situações que
vamos viver deveriam ser como atendimento eletrônico via telefone: “Se você deseja viver a próxima situação, tecle 1! Se não quiser, tecle 2! Para mais informações, aguarde na linha...”Vocês já imaginaram como seriam mais fácil e mais conveniente viver?! Mas não, as coisas tem que ser mais difíceis... A gente não escolhe viver determinadas situações ou momentos, eles simplesmente acontecem... E lá vai a gente, viver com alegria, dor, felicidade ou com uma ressaca no dia seguinte. Gente problemas também dão ressaca!
Eu queria poder saber e escolher o que viver. Por mais que muitas vezes eu (ache que) tenha controle da minha vida, esse suposto controle as vezes me some, escorre pelos dedos, me faz ficar sem noção e pronto! Acontece e eu preciso viver, mesmo sem as minhas armas de defesa por perto. E lá vou eu me aventurar... E sabe o que apenas me sobra para viver essas situações? Apenas as minhas emoções e então já sabe, muitas vezes não há como concertar... então já era. Eu sou assim mesmo, sempre que mais preciso das minhas armas, da minha razão, eles somem! Vão passear! Eles tiram férias! E eu como fico? Perdida. Metendo os pés pelas mão e me encantando com qualquer carinho ou atenção a mais... E como faço: eu sou humana. Por mais que eu queira, não consigo nem posso dizer não, quando minha emoção diz sim. E o pior ela consegue me convencer de uma forma tão rápida que quando eu percebo... já foi...já aconteceu... Agora preciso viver as conseqüências disso.
Gente alguém pode me dar uma vida com tecla SAP, por favor?
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
(Im) perfeito
Eu não nasci para ser perfeita... Eu nasci para ser humana... Humana mesmo!. Que vive, convive, erra, acerta e que sente. Não sou perfeita, ao contrário, sou imperfeita... no modo como falo, no jeito como ando, na forma como levo minha vida ou como calço meus sapatos. Tenho um número expressivo e colossal de imperfeições. Tenho as imperfeições do gênero, número e grau... Tenho as imperfeições de um abraço que fala, de um olhar que cala, de uma mão que acaricia. Tenho as imperfeições das cores, das formas, do traçado. Sou como uma criança aprendendo a escrever ou a calcular: com o lápis ela escreve o que acha certo, e se não for, ela apaga com a borracha e, quando de tanto errar a folha fica desgastada demais, ela a arranca ou simplesmente vira a página.
Eu me permito errar e sempre disse que sou uma eterna aprendiz. E sou! Nunca vou entender algumas meias palavras, bem como nem sempre vou entender um simples olhar de socorro. Às vezes vou achar que entendo e bem no fim não era o que eu pensava... e assim eu vou ERRAR. Constantemente, dia-a-dia... Eu vou ERRAR. Muitos consideram essa uma palavra forte demais, enquanto outros garantem que admitir qualquer erro é uma experiência temerosa e dolorosa...
Mas eu aprendi a conviver com isso, e o principal, aprendi a me aceitar, entender que eu erro e por fim me perdoar. Eu sou sentimento, sempre afirmei isso. E por isso eu sempre vou errar, porque nos sentimentos não há exatidão. Os sentimentos, principalmente o amor, nos levam muitas vezes a errar, mas da mesma forma ele nos permite perdoar, ele nos permite que nos aceitemos... Só quando nos damos conta disso, é que passamos a entender os outros. Por isso desejo que todos vocês sejam imperfeitos na sua perfeição!
(Cíntia Synderski)
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Complicada?
Não, eu não nasci adorando o complicado, eu aprendi a gostar com o tempo - a medida que percebi que tudo é realmente complicado - e então quando casos, amores, fatos são óbvios demais eu complico, porque senão não tem graça mesmo.
Eu tenho consciência de que desafios e mistérios me envolvem e atiçam algo que se chama curiosidade! E quem me conhece sabe que isso me sobra e transborda pelos meus poros... Sou movida a curiosidade, sou movida pelo que me instiga, pelo que me deixa invocada....
É mal de escorpiana gostar de mistérios...
Mas meu bem, logo aviso: não abusa e não faça propaganda maior do que o produto realmente é.
Porque mistérios prolongados e duradouros, cansam... E mistérios que me fazem imaginar demais e que depois não são o que pensava, me deixam (extremamente) decepcionada.
Mistérios servem a curto, no máximo, médio prazo. Porque, apesar da minha loucura pelo que não é óbvio, um mistério não ter fim se torna chato. Como um filme que gira em torno de um mistério... Você já parou para pensar se ele não tiver um desfecho? Você vai ficar pensando por dias naquele possível fim e no real mistério... E às vezes não vai entender nada... Sendo assim exatidão e objetividade são coisas boas, mas o mistério, o que não é exato também...
Contraditório? Loucura? Não, não... Eu avisei desde o início que eu era complicada, sendo assim, não espere sentido, nem exatidão das minhas palavras!
domingo, 6 de setembro de 2009
Penso, logo desisto!
Contrariando René Descartes (filósofo e matemático que disse a célebre frase: Penso, logo existo) uso essa frase com uma ‘leve’ alteração para desenhar as confusões e os pensamentos dessa pseudo-escritora, porém jornalista. As perguntas, tão comuns na minha vida profissional, me cercam até fora dela e se tornam quase uma fórmula matemática (e eu detesto matemática): perguntas, juntadas com um imaginação fértil, misturada com impulsividade é igual me odiar algumas vezes. Sim , eu me odeio às vezes. Mas não um ódio mortal, aquele ódio repreendedor, do tipo: se você tivesse ficado quieta teria sido melhor, mas você resolveu abrir essa boca, agora agüente as consequências. Quando começo a pensar eu viajo pela minha vida, pela das pessoas que me cercam e no fim de um longo pensamento sou capaz de encontrar soluções para os problemas de todo mundo (talvez até do mundo), mas menos para os meus.
Pois bem, eu às vezes me odeio, mas nem por isso tenho medo. Sou impulsiva sim e nunca escondi tal qualidade ou defeito (depende do ponto de vista...) de ninguém.
Além de todos esses quesitos, ainda existe um agravante: o silêncio! Seja das conversas, das relações, da vida... Isso é algo que sempre me incomodou, assim como momentos ou sentimentos que começam e não tem um ponto final.
Quando fico ‘a ver navios’ minha mente viaja, sou capaz de criar situações, pensar mil coisas ( e bobagens) e encontrar desfechos variados para uma mesma situação, como se me preparasse psicologicamente para agir caso alguma delas se
consolidasse.Sempre fui assim e aliado a minha impulsividade vem as palavras. Eu falo mesmo quando incomoda, quando dói, quando me atormenta, quando me enlouquece. Falo porque eu tenho que falar, porque as palavras fazem com que eu me sinta livre e me permitem ser sincera com os outros e comigo mesma. Elas me possibilitam a paz. Mas isso não siginifica que saio falando mil e uma verdades a todo mundo. Não, muito pelo contrário, eu não sei mentir para o meu coração, para os meus sentimentos.
Com o tempo aprendi a evitar falar na hora que me dá vontade. Aprendi a parar e respirar, mas não deixei de falar. Nunca. Posso não falar num primeiro momento, mas de alguma forma eu falo. E encontrei nas palavras um bom álibe. Me solto a dizer o que quero de forma clara, irônica, às vezes chorosa, às vezes maliciosa. Não importa: eu digo e repito. Quantas vezes quiser. E a licença poética me permite ser o mais fiel possível ao que penso. Se eu quiser dizer que não quero, eu digo. Se eu quiser pedir que você fique, eu peço. Se eu quiser chorar, eu choro. Seja explicitamente ou nas entrelinhas. Eu vou ser em algumas ocasiões ( ou textos) decifrável porque é isso que quero ou indecifrável quando eu desejar um mistério a mais. Mas vou sempre falar.
Porque eu gosto das coisas claras com começo meio e fim. Não largo ninguém no meio do caminho. Quer vir comigo? Vem! Quer ficar? Não tem problema, eu continuo sozinha. Não tenho medo de mim, tenho medo de você que pode me perder e nem sabe. Porque enquanto você é interrogação eu sou palavra! Enquanto você é a indecisão, eu sou sentimento!
*Ego ou Eu é o centro da consciência, é a soma total dos pensamentos, idéias, sentimentos, lembranças e percepções sensoriais. É a parte mais superficial do indivíduo, a qual, modificada e tornada consciente, tem por funções a comprovação da realidade e a aceitação, mediante seleção e controle, de parte dos desejos e exigências procedentes dos impulsos que emanam do indivíduo. (Segundo Freud – em http://leituradiaria.com.br/?p=541)
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Apenas Dance...
E porque a vida parou?
Vem caia na dança, solte esse corpo e se entregue ao ritmo que a vida lhe impõe.
Vem desligue o celular e escute a vida te chamando pra cair na dança
Vem siga em frente, enfrente as dificuldades, vem se solta...
Vem dançar comigo!
Me pegue pela cintura e se embale no ritmo da
música.
Sinta meu perfume e veja meu cabelos se balançarem no ritmo da música que a vida toca em nossa cabeça...Aquela que nos guia e nos faz bem....Que nos faz sorrir....
Vem tire os sapatos, livre-se da cara amarrada e se jogue...
Dois prá lá, dois pra cá...
Um rodopio e um sorriso.... Isso mesmo meu bem....
Se eu tropeçar ria comigo...
Podemos até cantar como se ninguém escutasse, como se todos os vizinhos fossem surdos....
Sorria pra mim... dance pra mim... dance comigo
Dance comigo até anoitecer... Dance comigo até amanhecer... Dance comigo pela vida inteira....
E no fim sorria por estar feliz, sorria por viver como se nada importasse...
Sorria porque isso é o melhor que podemos fazer...
Quanto a vida? Deixa que ela continue no seu ritmo....
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Voltando!
Procurava por todos os lados, como quem procura desesperadamente por algo que lhe confortasse. Nada lhe fazia se sentir melhor, nada que visse a fazia se sentir bem. Já sabia que o tempo e a transformação para a vida adulta (que lhe fora impo
sta) tinham lhe dado um jeito meio frio e distante e um olhar mais cansado, mas ela ainda não tinha desistido de desejos de menina e que se transformaram assim como ela.Procurava nos olhos mais distantes, nas frases mais ausentes, nos pedidos mais abusados uma resposta que não sabia qual era. Uma resposta muda, que seu coração pedia e ela não sabia onde encontrar.
Entre os pedidos incessantes do seu coração e a intensa vontade em encontrar essa resposta, ela se deparou com algo que não era a resposta que ela procurava, mas parecia ser um caminho para ela.
Um olhar e um sorriso no meio da multidão e uma estranha sensação. Era como se derrepente tudo ficasse mais leve. Ele sorriu tímido ao perceber que ela lhe olhava e ela rapidamente olhou para baixo, se escondendo entre os cabelos longos, escondendo também o tom avermelhado que tomou conta de seu rosto.
Não sabia dizer se aquela era a resposta que tanto procurava, mas apenas tinha a certeza que aquele gesto lhe fazia bem. E que naqueles olhos havia mais do que ela podia imaginar, aliás ela não imaginava, apenas sentia pequeno dentro de seu peito, sem muito alarde, nem muita ilusão, apenas sentia algo que parecia nascer, forte e pequeno no seu coração.
domingo, 10 de maio de 2009
Voltando...
Estamos voltando!!! =)
Enquanto os textos não estão prontos, deixo para vocês um vídeo de uma música linda e que reflete muito do meu momento...
Bjinhos a todos
http://www.youtube.com/watch?v=t3rvBdE69UI
(Gente desculpa mas ainda não aprendi a postar os vídeos certinhos... uahsuah)
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Informando
o conto abaixo rendeu muitos comentários por msn...
Só gostaria de deixar claro que isso não aconteceu, que não é real.... Como disse a algumas pessoas a muito tempo deixei de escrever sobre mim ou coisas que aconteceram comigo...
O conto nasceu depois que eu assisti o filme Moulin Rouge... e fiquei pensando no ato de traição em si...
ok queridos?!
bjinhos e em breve novos textos....
e quando eu for escrever algo que tenha a ver comigo, eu deixo bem explícito... hehe
bjo
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Conto da traição
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Dominus
Dominus
Que poder é esse? Que faz te falhar a memória, que faz suas lembranças desaparecerem em segundos, que te entontece só num olhar, que te causa arrepios em apenas um toque... Você se sente preso de uma maneira irremediável, e o pior: quer estar preso cada vez mais! Loucura, tentação... Não consegue e nem pode fugir e muito menos, definir!...
Sabe de tudo que lhe rodeia, o que o persegue, sabe do que ele é capaz de fazer, mas mesmo assim, você se dobra, se curva e por fim : Sou teu meu senhor, meu dono! Me tem em suas mãos, já tens a mim e ao meu coração...
Mas até onde seguir esse sentimento, que te diz o que fazer, que te pede pra fazer e ao mesmo tempo te impede. Que te para, e ao mesmo tempo te cega, te arranca do chão, te leva às alturas. Leva-te ao inferno e ao mesmo tempo te proporciona sentir o paraíso. Loucura, desejo, amor, traição... até onde ir?
Aquilo que te prende e ao mesmo tempo te liberta ou, quem sabe, seja o caminho para essa tal libertação. Aquilo que te domina e te completa. Incendeia e enlouquece. Deixa-te sem rumo.
O que fazer? O corpo pede entrega, o coração pede amor!
Aquele sentimento que entra em seu corpo sem você perceber e te domina... Como veneno te toma, quando você se dá conta é tarde demais... Perdeu!! Você está dominado.
E esse alguém, homem ou mulher, te tem sob seu poder, tem sua alma e te enlouquece. Este se torna teu dono. E mesmo sem ele perceber você está lá, de corpo e alma, entregue a sorte e a um sentimento inexplicável... Um sentimento que causa medo e arrepios e ao mesmo tempo te faz sentir o mais sublime dos seres, e às vezes, você sente que pode até voar!